8.7.04

"E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disse me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se envaidece, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo suporta. O amor jamais acaba; (...)"
1 Coríntios 13
Sempre concordei com isso. Hoje me entristeci muito ouvindo isso em um filme. Mas continuo concordando. Meu desejo hoje era te abraçar bem forte, e não te soltar nunca mais. Meu desejo era continuar te protegendo, nessa bolha de amor que eu criei. Te isolar desse mundo que cheira mal. Desse mundo que se afoga no superficial e se engasga na sua soberba. Meu amor era puro, era simples. Meu amor ainda é puro e simples. Apesar de tudo te amo no sentido mais carinhoso da palavra. Te quero bem pra sempre, sem sentir raiva nenhuma, embora minha lógica clame por isso. Escrevo me dirigindo a você, embora saiba que você nunca lerá isso. Escrevo pra me libertar de minha consciência, que não se convenceu da despedida. Fiz o meu melhor, por amor. E mesmo sabendo que não deu certo faria tudo de novo, só pra te ver sorrir como antes.
Pronto, e agora eu vivo. E quero agradecer de verdade a Renata e a Thaís. Vocês me ajudaram muito e têm me ajudado ainda. Vocês não sabem o quanto vocês são importantes pra mim. Obrigado!!! Mesmo!!!