(Só não parei de viver ainda por inércia - é muito mais simples continuar o movimento...)
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Podres olhares
Vejo. Sim vejo. É vermelho, ou amarelo, ou preto.
Vejo. E assim sinto. É frio, é quente, é morno. Sinto, sim sinto. E assim penso.
É pobre, é estéril, é inútil. Penso. E Penso. É podre, é fétido, corrompido.
Não vejo, é escuro. Só ouço. Um grito, um choro, um sussurro. Minha mente gira, gira e gira. Um círculo. Vicioso. Até o ponto em que para de girar, no chão, no céu.
Não vejo. Não vejo...
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E aos que visitaram minha casa em uns 2 posts atrás (03.10.2004).
Vocês lembram do meu jardim? Aquele da árvore, da rosa. É curioso o jardim, ele inspira vida, parece que exalta um sentimentalismo, sei lá. Bom, mas então, eu desisti de cultivar a rosa. Daria muito trabalho. E eu também resolvi destruir o jardim. Vou demolir tudo e construir uma biblioteca, acho que será mais proveitoso. Apesar da biblioteca me parecer meio fria. É isso, infelizmente não vou poder receber vocês aqui em casa por enquanto. Vai demorar até que termine toda a reforma.

1 Comments:
porra henrique, a frase do começo eh pra quebrar as pernas neh brother... heheh... mas ae, porra, desistir kra??? naum... desistir pra q??? naum desista do jardim... lute por ele... o trabalho pode valer a pena...
eh issu ae velho... tah ligado q tamu ae neh...
abraçao...
Murilo
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